- Organizam e simbolizam os sentimentos e as sensações;
- Ajudam na elaboração desses sentimentos e sensações;
- Vêm ao encontro da necessidade que o educando tem de movimento, de ação, de jogo da imaginação e de imitação;
- Trabalham os valores e as virtudes;
- Trabalham com a auto-estima, trazendo alegria à vida das crianças;
- Proporcionam conforto e esperança.
Sou professora, formada em Língua Portuguesa, apaixonada pela educação. Hoje trabalho na secretaria de educação e dou aulas de Inglês em escola estadual.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Reflexão sobre literatura infantil.
As histórias infantis são excelentes recursos pedagógicos, pois:
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
31 de Outubro - Aniversário de Carlos Drummond de Andrade
Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
Sequência Didática
As sequências didáticas são um conjunto de atividades ligadas entre si, planejadas para ensinar um conteúdo, etapa por etapa. Organizadas de acordo com os objetivos que o professor quer alcançar para a aprendizagem de seus alunos, elas envolvem atividades de aprendizagem e de avaliação.
O procedimento sequência didática é um conjunto de atividades pedagógicas organizadas, de maneira sistemática, com base em um gênero textual. Estas têm o objetivo de dar acesso aos alunos a práticas de linguagens tipificadas, ou seja, de ajudá-los a dominar os diversos gêneros textuais que permeiam nossa vida em sociedade, preparando-os para saberem usar a língua nas mais variadas situações sociais, oferecendo-lhes instrumentos eficazes para melhorar suas capacidades de ler e escrever (Dolz, Noverraz & Schneuwly, 2004, grifos nossos).
Não. Podem e devem ser usadas em qualquer disciplina ou conteúdo, pois auxiliam o professor a organizar o trabalho na sala de aula de forma gradual, partindo de níveis de conhecimento que os alunos já dominam para chegar aos níveis que eles precisam dominar. Aliás, o professor certamente já faz isso, talvez sem dar esse nome.
É preciso ter alguns conhecimentos sobre o gênero que se quer ensinar e conhecer bem o grau de aprendizagem que os alunos já têm desse gênero. Isso é necessário para que a sequência didática seja organizada de tal maneira que não fique nem muito fácil, o que desestimulará os alunos porque não encontrarão desafios, nem muito difícil, o que poderá desestimulá-los a iniciar o trabalho e envolver-se com as atividades.
Outra necessidade desse tipo de trabalho é a realização de atividades em duplas e grupos, para que os alunos possam trocar conhecimentos e auxiliar uns aos outros.
Para organizar o trabalho com um gênero textual em sala de aula, sugerimos a seguinte sequência didática:
1. Apresentação da proposta
2. Partir do conhecimento prévio dos alunos
3. Contato inicial com o gênero textual em estudo
4. Produção do texto inicial
5. Ampliação do repertório sobre o gênero em estudo, por meio de leituras e análise de textos do gênero
6. Organização e sistematização do conhecimento sobre o gênero: estudo detalhado de sua situação de produção e circulação; estudo de elementos próprios da composição do gênero e de características da linguagem nele utilizada.
7. Produção coletiva
8. Produção individual
9. Revisão e reescrita
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Projeto leitura
Na roda de leitura
Quero falar sobre o hábito de leitura hoje em dia. Embora a produção de livros venha aumentando, apenas um em cada cinco brasileiros tem o hábito de ler – o que também é dificultado pelo elevado custo do livro.
Por razões econômicas e sociais, muitos brasileiros têm contato com a leitura apenas na escola. E é nesse espaço escolar em que trabalho, que os jovens podem ser conquistados para o livro, e tento, então, fazer com que seus contatos com a leitura sejam interessantes e agradáveis.
Incentivo meus alunos, ajudando-os a compreender textos complexos, comentando os mesmos, fazendo perguntas, lendo junto com eles, trazendo informações sobre autores e temas, auxiliando-os a descobrir o significado de palavras etc.
Na população brasileira, de 15 a 64 anos: 8% são analfabetos; 30% localizam informações simples em uma frase; 37% localizam informação em texto curto; 25% estabelecem relações entre textos longos.
7 na França5,1 nos EUA5 na Itália
4,9 na Inglaterra
1,8 no Brasil
16% da população detém 73% dos livros; de 1995 a 2003, a venda de livros caiu 50%, e o número de títulos lançados, 13%. Da população adulta alfabetizada do país: um terço aprecia a leitura de livros; 61% tem muito pouco ou nenhum contato com livro; 47% possui no máximo dez livros em casa.
Fontes: CBL, IBL, BNDES, MEC
Alguns passos:
Cada aluno recebe um texto (que pode ser uma cópia tipo xerox), um livro, uma revista, etc. Faço uma leitura em voz alta, que é acompanhada em silêncio pelos alunos. Às vezes, alguns alunos lêem, se assim o desejarem.
Em seguida, explico o significado de algumas palavras ou expressões desconhecidas, que eles mesmos indicam. Então, começamos uma conversa descontraída sobre o texto. Eles tiram dúvidas, pedem informações sobre questões do texto, questionam o tema abordado, concordando ou discordando dele, dão depoimentos sobre o mesmo, baseando-se em suas próprias experiências sobre o assunto.
Com este bate-papo sobre o assunto em questão, aproveito para apresentar o autor e suas obras, mostro a estrutura da narrativa, comparo os níveis de linguagem, tudo muito descontraídamente, pois meu objetivo é despertar o gosto pela leitura e aprender com ela, informalmente.
poesia à prosa…
contos porque trazem histórias completas, e permitem a percepção da mesma como um todo, num tempo menor de leitura, principalmente porque a atenção dos alunos é facilmente distraída.
Dica de Metodologia:
Para realização deste projeto, várias ações devem ser desenvolvidas, tais como:
Realização das oficinas: para esse momento, devem-se reservar pelo menos duas horas-aulas como momento entre professores para estudo, discussão, elaboração de aulas, escolha dos recursos, textos, e de ambientes em que poderão ocorrer as aulas.
Atividades práticas: para essa etapa, deve ficar claro que cada professor precisará ser dinâmico e criativo e possibilitar o contato dos alunos com todos os tipos de gêneros textuais que irão facilitar a construção do conhecimento (slides, charges, imagens, textos dissertativos, histórias, transparências, gráficos, painéis, álbum seriado, vídeos, blogs, mapas, etc.). O uso desses recursos deve ser pautado nas estratégias de leitura, que serão diferentes, dependendo do tipo de texto a ser utilizado e da metodologia a ser aplicada. E é interessante que haja, inclusive, mobilidade quanto aos ambientes de aprendizagem, como já propõe várias teorias contemporâneas, pois isso dinamiza e torna as aulas menos corriqueiras. Vale lembrar que, cada professor, deve ter em mente que o foco não é o conteúdo da aula, mas a leitura desse conteúdo, ou seja, facilitar, auxiliar o aluno à leitura desses conteúdos, fazendo inferências, questionamentos, discutindo opiniões, indicando pistas lingüísticas, etc. Tudo para fazer o aluno construir o conhecimento a partir do que ler, tornando-o mais independente.
"Na história, temos visto com frequência, infelizmente, que o possível se torna impossível e podemos pressentir que as mais ricas possibilidades humanas permanecem ainda impossíveis de se realizar.
Mas vimos também que o inesperado torna-se possível e se realiza; vimos com frequência que o improvável se realiza mais do que o provável; saibamos, então, esperar o inesperado e trabalhar pelo improvável."
EDGAR MORAN
Mas vimos também que o inesperado torna-se possível e se realiza; vimos com frequência que o improvável se realiza mais do que o provável; saibamos, então, esperar o inesperado e trabalhar pelo improvável."
EDGAR MORAN
O sucesso da EJA em Araçatuba se deve a vários fatores implantados pela Secretaria Municipal de Educação, segundo a dirigente da pasta, Beatriz Soares Nogueira. Além de promover uma força-tarefa para buscar o analfabeto, o município descentralizou o ensino a mais escolas e passou a oferecer merenda, material escolar e uniforme. Recentemente, também firmou uma parceria com o Instituto Federal de Tecnologia de Birigui com o objetivo de capacitar os alunos para serem auxiliares de eletricistas, reparadores de computadores ou de escritórios.
O professor Marcos Francisco Alves, diretor do Departamento de Educação Complementar da secretaria, afirma que os incentivos do município fizeram com que essas pessoas que sofriam constrangimentos começassem a se ver como estudantes de um sistema de ensino com os mesmos direitos de todos os outros, diminuindo assim a evasão e aumentando o aproveitamento escolar.
"Por outro lado, o departamento tem criado condições para que esses alunos possam ampliar o seu mundo, como as idas a cinema, teatro, restaurantes, passeios ao shopping, viagens, entre outros", explicou.
A metodologia implantada em 2008 também colaborou para a permanência do aluno em sala de aula. A secretaria encurtou o período de ensino, em que são aplicados conteúdos de quatro anos em dois. Segundo Alves, aplicou recursos na capacitação e formação dos docentes
O professor Marcos Francisco Alves, diretor do Departamento de Educação Complementar da secretaria, afirma que os incentivos do município fizeram com que essas pessoas que sofriam constrangimentos começassem a se ver como estudantes de um sistema de ensino com os mesmos direitos de todos os outros, diminuindo assim a evasão e aumentando o aproveitamento escolar.
"Por outro lado, o departamento tem criado condições para que esses alunos possam ampliar o seu mundo, como as idas a cinema, teatro, restaurantes, passeios ao shopping, viagens, entre outros", explicou.
A metodologia implantada em 2008 também colaborou para a permanência do aluno em sala de aula. A secretaria encurtou o período de ensino, em que são aplicados conteúdos de quatro anos em dois. Segundo Alves, aplicou recursos na capacitação e formação dos docentes
Primavera
Ela chega discreta
na metamorfose divina
com seus encantos, sua beleza
Seus varios perfumes,
com seu jeito peculiar.
Da vida ao seco
trazendo vigor da florada
uma eclosão de cores
num calor de amores
em uma brisa que enternece.
Crianças brincando na chuva
sobre um céu colorido
olhares sorridentes
pulsando nos movimentos
Ah, doce e bela primavera
Patricia Tieko
Para alguns cozinhar é diversão, para outros é dever, mas para os alunos da educação infantil lidar com a comida pode significar as duas coisas. As aulas de culinária, que mais parecem um momento de brincadeira são, na verdade, uma hora de muita concentração e aprendizagem. Não são poucas as pré-escolas do país que oferecem a disciplina no currículo e esse número continua subindo. A escola Hugo Sarmento, localizada na zona oeste de São Paulo, é um exemplo disso. A aula de culinária faz parte do currículo básico da instituição desde a sua fundação, há mais de 40 anos, e sempre foi um sucesso entre pais, alunos e professores.
1. INGREDIENTES
Para as receitas saírem da maneira que coordenadores e professores planejam, é preciso que as crianças levem dois condimentos especiais: a criatividade e a responsabilidade.
Toda semana cada turma prepara algo diferente na cozinha, mas a aula não começa só na hora de cozinhar. Para a orientadora pedagógica, Theodora Mendes - ou melhor, Tica -, as aulas de culinária são uma espécie de ritual. "Os alunos participam de todas as etapas do processo e adoram. Começam com a elaboração da receita, passam pelo preparo e chegam até a degustação, parte mais esperada".
2. MODO DE PREPARO
Cada série trabalha com sistemas diferentes de aulas e, consequentemente, diferentes desafios. Segundo Tica, conforme as crianças vão crescendo são acrescentados outros elementos e exercícios que correspondam à faixa etária:
- 1 a 2 anos: Trabalham, basicamente, usando os cincos sentidos básicos do ser humano (tato, olfato, paladar, visão e audição) que, nessa fase, ainda não estão completamente desenvolvidos.
- 3 a 4 anos: Começam a criar a pratica da leitura e fazem exercícios para exercitar a memória, tentando reconhecer os objetos utilizados na cozinha e testam misturas.
- 5 a 6 anos: Fazem trabalhos teóricos - como livros de receitas -, desenvolvem receitas de culinária regional e estudam outras épocas por meio do que se comia nelas.
3. RECHEIOAs aulas possibilitam que os professores trabalhem de forma contextualizada a preparação de uma receita - da importância da higiene ao valor nutritivo dos alimentos. "Passamos para eles, na pratica, o que é importante na hora da alimentação, e eles correspondem a todas as nossas expectativas, até mesmo as dos pais", conta a orientadora. Os professores tentam aplicar conteúdos trabalhados em sala de aula na cozinha da escola. Alguns exemplos são:
Português: Por meio das receitas e dos rótulos das embalagens, as crianças melhoram a leitura, a capacidade de interpretação e aprimoram o vocabulário.
Matemática: Ajuda com conceitos de soma, subtração, divisão e multiplicação e jogos de estimativa e trabalha unidades de medidas (quantidade, tempo, temperatura, massa, entre outros).
Ciências: A utilização dos mais variados ingredientes ajuda a conhecer sua origem, os estados físicos de cada um deles e a diferença entre material orgânico e não-orgânico.
Geografia: Ainda em relação aos alimentos, pode-se estudar a região de onde vêm os alimentos - como o tipo de solo, clima e hidrografia.
História: Estuda-se a cultura das regiões por meio de seus hábitos alimentares.
Arte: ao modelar e imaginar novas formas de preparar os
alimentos, completa e integra o trabalho.
4. COBERTURA
O ambiente descontraído e a presença dos amigos acabam despertando a curiosidade nas crianças, que não pensam duas vezes em experimentar e conhecer aquilo que estão preparando e que, possivelmente, nunca fizeram em casa por algum motivo. A diversão e a riqueza de conteúdo fazem o desenvolvimento e a alfabetização das crianças ser uma verdadeira delicia
1. INGREDIENTES
Para as receitas saírem da maneira que coordenadores e professores planejam, é preciso que as crianças levem dois condimentos especiais: a criatividade e a responsabilidade.
Toda semana cada turma prepara algo diferente na cozinha, mas a aula não começa só na hora de cozinhar. Para a orientadora pedagógica, Theodora Mendes - ou melhor, Tica -, as aulas de culinária são uma espécie de ritual. "Os alunos participam de todas as etapas do processo e adoram. Começam com a elaboração da receita, passam pelo preparo e chegam até a degustação, parte mais esperada".
2. MODO DE PREPARO
Cada série trabalha com sistemas diferentes de aulas e, consequentemente, diferentes desafios. Segundo Tica, conforme as crianças vão crescendo são acrescentados outros elementos e exercícios que correspondam à faixa etária:
- 1 a 2 anos: Trabalham, basicamente, usando os cincos sentidos básicos do ser humano (tato, olfato, paladar, visão e audição) que, nessa fase, ainda não estão completamente desenvolvidos.
- 3 a 4 anos: Começam a criar a pratica da leitura e fazem exercícios para exercitar a memória, tentando reconhecer os objetos utilizados na cozinha e testam misturas.
- 5 a 6 anos: Fazem trabalhos teóricos - como livros de receitas -, desenvolvem receitas de culinária regional e estudam outras épocas por meio do que se comia nelas.
3. RECHEIOAs aulas possibilitam que os professores trabalhem de forma contextualizada a preparação de uma receita - da importância da higiene ao valor nutritivo dos alimentos. "Passamos para eles, na pratica, o que é importante na hora da alimentação, e eles correspondem a todas as nossas expectativas, até mesmo as dos pais", conta a orientadora. Os professores tentam aplicar conteúdos trabalhados em sala de aula na cozinha da escola. Alguns exemplos são:
Português: Por meio das receitas e dos rótulos das embalagens, as crianças melhoram a leitura, a capacidade de interpretação e aprimoram o vocabulário.
Matemática: Ajuda com conceitos de soma, subtração, divisão e multiplicação e jogos de estimativa e trabalha unidades de medidas (quantidade, tempo, temperatura, massa, entre outros).
Ciências: A utilização dos mais variados ingredientes ajuda a conhecer sua origem, os estados físicos de cada um deles e a diferença entre material orgânico e não-orgânico.
Geografia: Ainda em relação aos alimentos, pode-se estudar a região de onde vêm os alimentos - como o tipo de solo, clima e hidrografia.
História: Estuda-se a cultura das regiões por meio de seus hábitos alimentares.
Arte: ao modelar e imaginar novas formas de preparar os
alimentos, completa e integra o trabalho.
4. COBERTURA
O ambiente descontraído e a presença dos amigos acabam despertando a curiosidade nas crianças, que não pensam duas vezes em experimentar e conhecer aquilo que estão preparando e que, possivelmente, nunca fizeram em casa por algum motivo. A diversão e a riqueza de conteúdo fazem o desenvolvimento e a alfabetização das crianças ser uma verdadeira delicia
Sobre Tião Carreiro
Criado numa fazenda nos arredores de Araçatuba/SP, começou a tocar violão ainda pequeno, com 8 anos de idade, quando também já cuidava do arado e dos afazeres na roça.
Aprendeu a tocar Viola na adolescência, praticamente sozinho, sem nunca ter tido um professor. Isto porque em 1950, com apenas 13 anos, Tião Carreiro trabalhava no Circo Giglio, onde já cantava em dupla com seu primo Waldomiro da dupla Palmeirinha e Coqueirinho.
O dono do circo dizia que "dupla de violeiros tinha que tocar viola" enquanto que na época, Tião tocava violão. No mesmo ano, o mesmo circo apresentava em Araçatuba a dupla Tonico e Tinoco. E enquanto os irmãos estavam no hotel, Tinoco havia deixado sua viola no circo e Tião aproveitou para "decorar a afinação escondido".
Suas parcerias mais famosas foram com Antônio Henrique de Lima (o Pardinho) e Adauto Ezequiel (o Carreirinho, Falecido em 2009 e foi o Professor de Tião Carreiro).
Alcançou sucesso ao formar dupla com Pardinho, e foi o inventor do Pagode de Viola — não se confunda com o Pagode do Samba — mas hoje em dia, esse termo é muito conhecido entre os violeiros.
Tião ficou doente ainda no auge de sua carreira, com diabetes. Faleceu no dia 15 de outubro de 1993 em São Paulo, no Hospital da Beneficência Portuguesa. Mesmo sabendo da doença que tanto mal lhe fez no final da vida, Tião procurou sempre viver o melhor possível da vida que lhe restava: não largou jamais a Viola e também jamais suportou a ideia de ter que recusar os churrascos para os quais era freqüentemente convidado em diversos lugares do Brasil.
No dia 31 de outubro, algumas escolas brasileiras celebram o Halloween, o Dia das Bruxas. As crianças, principalmente do ensino infantil, vestem fantasias de bruxas, vampiros, fantasmas e outros monstros para comemorar...
Comemorar exatamente o quê?
A festa, que é popular nos Estados Unidos, chegou às crianças brasileiras por meio de programas televisivos. Os fãs dos Padrinhos Mágicos, LazyTown, Ben 10 e Barney cultivam a brincadeira do doces ou travessuras? nas salas de aulas, muitas vezes sem critérios. Fica a pergunta: em que situação o Halloween pode ser utilizado dentro da escola? Até que ponto é interessante para as crianças participarem de uma manifestação cultural estrangeira?
Não adianta celebrar uma data na escola que não represente nada para a realidade do estudante. É preciso explicar como a festa surgiu e contextualizá-la para que os alunos criem uma identificação. Só assim a comemoração fará sentido.
As crianças descobrem que a origem do Halloween remete às crenças celtas. Para quem não sabe, este povo da Irlanda acreditava que, no último do verão no hemisfério norte, os espíritos saíam do cemitério para tomar conta dos corpos dos vivos. Aterrorizante, a comemoração pagã, foi condenada na Europa, passando a ser conhecida como Dia das Bruxas. Graças à imigração dos irlandeses para a América, o Halloween se tornou uma data especial nos Estados Unidos.
Halloween ou Dia do Saci
Vale também apontar às crianças as diferenças culturais entre os vários países e até, quem sabe, discutir o choque cultural.
O Dia do Saci, dia 31 de outubro. A iniciativa foi uma forma de valorizar a cultura brasileira e tentar coibir a americanização - já que, no imaginário do Brasil, o Saci é um símbolo.
É interessante estudar inicialmente a própria cultura, para depois conhecer as demais. Realizar um projeto sobre o folclore brasileiro aproxima as crianças da cultura brasileira e ajuda a introduzir a questão da americanização. Podemos trabalhar com interdisciplinaridade, o mês de agosto é dedicado ao folclore. Com a ajuda de livros sobre lendas colocamos os alunos frente a frente com uma coisa extremamente brasileira e assim os preparamos para conhecer novas culturas.
Para explorar esse tema, que naturalmente faz parte do imaginário das crianças, nada melhor do que usar a filmografia, que é bastante vasta. O exemplo mais recente é o filme “Lua Nova” e “Crepúsculo”, que tem como tema central os personagens que representam vampiros e lobisomens.
Outros exemplos ainda relativamente recentes são os filmes “Harry Potter”, com uma série de histórias e “Senhor dos Anéis”. Em ambos aparecem dragões, gnomos e bruxas, sempre em uma composição que chama realmente a atenção da garotada.
E no Brasil, quais são os personagens lendários mais característicos?Um exemplo é Cuca
O Sítio do Picapau Amarelo foi escrito por Monteiro Lobato. A TV Globo transformou as histórias em seriado na TV. No sítio, Dona Benta e Tia Anastácia cuidam das crianças. Não existe limite para a imaginação e até uma boneca muito teimosa, a Emília, fala e anda pela casa toda.
Cuca entra nessa história como uma bruxa má. Ela é uma bruxa que mora numa gruta do Capoeirão dos Tucanos. Em seu gigantesco caldeirão prepara muitas poções e transforma sempre a menina Narizinho em pedra.
Que sujeira!
Casa de bruxa tem rato,
sapo, morcego e coruja.
Pra que é que serve a vassoura,
se a casa dela é tão suja?
Pedro Bandeira
Como existem livros e filmes em todos os casos, o professor pode escolher como apresentar a história aos alunos para depois fazer um debate, tentando pontuar o contexto em que as personagens aparecem e relacionar com as características relatadas no texto introdutório de nosso site. Vale a pena também discutir e provocar o senso crítico dos alunos a respeito dos mitos e lendas criados a cerca destes personagens e como isso mexe com o imaginário de cada um.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Mensagem de boas vindas!
Boa tarde pessoal!
Escolhi uma mensagem, muitos devem conhecer, mas considero linda e valorosa!
Um forte abraço a todos!
Escolhi uma mensagem, muitos devem conhecer, mas considero linda e valorosa!
Um forte abraço a todos!
A Idade de Ser Feliz
Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
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